confundibilidade
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Acórdão nº 418/11.3TBALQ.L1-7 de Tribunal da Relação de Lisboa, 18-12-2012
I- As firmas e denominações devem ser distintivas e não susceptíveis de confusão ou erro com as registadas ou licenciadas no mesmo âmbito de exclusividade, mesmo quando a lei permita a inclusão de elementos utilizados por outras já registadas, ou com designações de instituições notoriamente conhecidas. II-A firma da sociedade constituída por denominação particular ou por denominação e...
... a mesma actividade: cita-se por todos o Acórdão da Relação de Lisboa de 28-10-2004 (in www.dgsi.pt): "No juízo de sobre a confundibilidade entre firmas e denominações sociais em cotejo dever-se-á ter em conta não só as actividades concretamente exercidas pela ré, mas também as ... -
Acórdão nº 199/13.6YHLSB-B.L1-8 de Tribunal da Relação de Lisboa, 24-04-2014
I) A propriedade industrial reconduz-se essencialmente a duas ordens de ideias: a atribuição da faculdade de explorar economicamente certas realidades imateriais e a imposição do dever de os vários agentes económicos que operam no mercado procederem honestamente. II) Os direitos privativos da propriedade industrial que têm por objeto um sinal de identificação constituem os chamados sinais...
... 21. Não se pode olvidar que a recusa do registo do logótipo, quanto à confundibilidade com marcas, só é possível se se tratar de reprodução ou imitação, no todo ou em parte, de marca anteriormente registada por outrem para ... -
Acórdão nº 203/21.4YHLSB.L2-PICRS de Tribunal da Relação de Lisboa, 12-04-2023
I. O prazo de interposição de recurso judicial de decisão de concessão de direitos de propriedade industrial (previsto nos artigos 38º e 41º do Código da Propriedade Industrial) é um prazo substantivo de caducidade e é de conhecimento oficioso (art.º 333º/1 do C.Civil). II. Tal prazo foi objecto de suspensão por força do artigo 6º- B n.ºs 3 e 4 da Lei 1-A/2020, de 19 de Março, na redacção...
... pedido de registo da marca do Recorrente, onde veio a deduzir oposição a tal pretensão e onde alegava, entre o mais, que existia confundibilidade entre as marcas, pois que defendia a prioridade do registo da marca (o que não colheu), a afinidade dos produtos ou serviços (o que não colheu) e ... -
Acórdão nº 4045/06.9TBVCT.G2.S1 de Supremo Tribunal de Justiça, 21-01-2014
I - O registo da marca assume natureza constitutiva do direito, conferindo ao titular inscrito o respectivo direito de propriedade e de uso exclusivo para os produtos a que se destina, de tal forma que sem registo, o direito exclusivo sobre o sinal não existe juridicamente. II - A declaração de nulidade ou anulação do registo da propriedade industrial só podem resultar de decisão judicial, em acçã
... 6. - registo da marca “10/R”, pelo Réu, como acto de concorrência desleal e ausência de confundibilidade da marca “Avianense” e os registos do Réu (conclusões n) e v)); ... 7. – inexistência da obrigação de indemnizar, por a A. não ser ... -
Lei n.º 36/2019
... Apoio ao Conselho da Revolução; hh) Decreto-Lei n.º 195/76 , de 16 de março, que estabelece disposições relativas a impedir a confundibilidade das denominações, siglas e símbolos dos partidos concorrentes às eleições para a Assembleia da República; ii) Decreto-Lei n.º 197-A/76 , de ...
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CJ - Ano XXXVIII - tomo V /2013. STJ - Ano XXI - tomo III /2013
... usada quer na firma duma sociedade quer numa marca pertencente a outra empresa, provoca no consumidor médio um elevado nível de confundibilidade, especialmente quando, como é o caso, são idênticos o âmbito geográfico e o ramo comercial (comércio de peças e acessórios de automóveis) em ...
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Acórdão nº 221/24.0YHLSB.L1-PICRS de Tribunal da Relação de Lisboa, 01-10-2025
SUMÁRIO (da responsabilidade do Relator- artigo 663º, nº7 do C.P.C.) : I- Perante a mera apresentação na fase de recurso de documento já anteriormente junto aos autos, não se está perante a junção de documento na fase de recurso a que é aplicável o disposto no 651º, nº 1 do CPC e no artigo 425º do mesmo Código, mas tão-somente perante a prática de um acto inútil que não é lícito realizar no...
... invocados pela decisão do INPI — que foi objeto do recurso judicial para o TPI e que aqui se aprecia — foram apenas a confundibilidade dos sinais [al. b) do art. 232º/1] e o risco de concorrência desleal [al. h) do art. 232º/1], tendo o INPI deixado cair os fundamentos previstos ... -
Acórdão nº 2514/07-3 de Tribunal da Relação de Évora, 06-12-2007
I - O registo da firma tem eficácia constitutiva. Provando-se este, a titular tem direito a usá-la. II - A partir do momento em que o requerimento é objecto de deferimento passa a existir e a sua prioridade reporta-se à data da apresentação. III - A colisão, por possível semelhança, que se verificar entre registos só pode ser resolvida recorrendo à prioridade.
... Soc. Comerciais, e o art.4° Dec.Lei nº 425/83, 6 Dez.; ... r) Entendeu o Tribunal "a quo" que existe confundibilidade" se compararmos o nome do estabelecimento registado “B” com o elemento característico da firma “A” ; ... s) Para isso entendeu aos crit\xC3" ... -
Acórdão nº 326/18.7YHLSB.L3.S1 de Supremo Tribunal de Justiça, 12-10-2023
I - Impondo-se a motivação do julgamento de reapreciação da matéria de facto também à Relação, a alegação de que este tribunal na apreciação da impugnação da matéria de facto não fundamentou, ou fundamentou deficientemente, a decisão proferida sobre algum facto essencial para julgamento, inscreve-se no âmbito da violação ou erra aplicação da lei de processo do art. 674 nº 2 al. b) do CPC. II - As
... das marcas anulandas com base nos artigos 266.º, n.º 1 e 239.º, n.º 2, alínea a), ambos do CPI’2003, com fundamento em confundibilidade das marcas anulandas com a sua firma/ denominação social, tendo expressamente arguido existir uma obscuridade na fundamentação de direito; ... -
Acórdão nº 365/19.0YHLSB.L1-PICRS de Tribunal da Relação de Lisboa, 16-05-2021
1.– Se o desenho e a composição gráfica são intrinsecamente relevantes na abordagem das marcas, é também verdade que, por regra, os consumidores, a menos que a imagem seja muito forte ou particularmente impactante, negligenciam ou dão pouca atenção a tais elementos; 2.– Tais consumidores vivem num mundo verbal em que a palavra, designadamente a escrita, domina o quotidiano recordando, de forma...
... , portanto, na aplicação ao caso do requisito de imitação de marca previsto na alínea c) desse preceito legal, relativo à confundibilidade entre as marcas VICO HOTÉIS VOCO AN IHG HOTEL”, ... 5.- A Recorrente considera que as marcas em confronto são caracterizadas pelas expressões ... -
Acórdão nº 114/24.1YHLSB.L1-PICRS de Tribunal da Relação de Lisboa, 26-03-2025
I - Uma marca considera-se “imitada” quando apresenta com outra, de modo alternativo, semelhança gráfica, figurativa, fonética ou qualquer outra semelhança não elencada pela al. c) do n.º 1 do art. 238.º do CPI, ao ponto de induzir facilmente o consumidor em erro ou confusão ou de criar um risco de associação entre as marcas. II - O julgador deve procurar colocar-se na posição de um consumidor,...
... exposto, não se verifica qualquer tipo de identidade e/ou elo de ligação suscetível criar no consumidor médio, qualquer tipo de confundibilidade relativamente à origem comercial das marcas em confronto ... 45. No entanto, mesmo que se venha a decidir por entendimento diverso ao ante ... -
Acórdão nº 487/08.3TYLSB.L1-1 de Tribunal da Relação de Lisboa, 25-02-2014
1. A marca é um sinal distintivo dos produtos ou serviços comercializados por um empresário ou empresa e propostos ao consumidor, destinada a identificar a proveniência de um produto ou serviço 2. A composição das marcas, em princípio, é livre. Todavia, existem determinadas restrições, estabelecidas, por lei e impostas pelos princípios da eficácia distintiva, da verdade, da novidade, da independê
... B) Quanto à confundibilidade das marcas em confronto : ... A lei não enumera - nem nunca poderia enumerar, sob pena de estrangulamento da actividade económica - os casos de ... -
Acórdão nº 30/19.9YHLSB.L1-PICRS de Tribunal da Relação de Lisboa, 17-12-2019
I.– O n.º 1 do art. 627.º do Código de Processo Civil, ao estabelecer que as decisões judiciais podem ser impugnadas por meio de recursos, associa o objecto do recurso a um momento (o da prolação da decisão impugnada) e a um contexto técnico e lógico (o existente por ocasião dessa prolação); daqui brota que os recursos devem incidir sobre decisões e quadros fácticos cristalizados, sob pena de se
... 6)- Com relação ao julgamento feito pelo Tribunal a quo relativamente à confundibilidade das duas marcas, entende a Recorrente que o mesmo foi errado ... 7)- Assim, para o Tribunal a quo, bastou a afinidade entre os produtos/serviços e ... -
Acórdão nº 981/09.9TYVNG.P1 de Tribunal da Relação do Porto, 31-10-2013
I - No direito positivo português vigora um sistema de registo constitutivo ou atributivo da propriedade das marcas: a propriedade da marca adquire-se com o seu registo no INPI. II - Do carácter exclusivo do direito à marca resultam duas consequências: o seu titular pode opor-se à sua utilização por terceiros, sem o seu consentimento, e nenhum terceiro pode utilizar, no exercício de actividades...
... “a marca não pode ser igual ou semelhante a outra já registada, aferindo-se o grau de semelhança proibido pela existência de confundibilidade com outra no mercado. Ou seja, não será nova a marca que puder ser confundida com outra já existente no mercado (…) a confundibilidade só é ... -
Acórdão nº 1021/08.0TYLSB.L1-7 de Tribunal da Relação de Lisboa, 24-06-2014
I - A marca há-de ser constituída por forma tal que se não confunda com outra anteriormente adoptada para o mesmo produto ou semelhante, caso contrário, deixaria de desempenhar a sua finalidade distintiva para se transformar em elemento de confusão. II - A imitação de uma marca por outra existirá não só quando, postas em conjunto, elas se confundam, mas também quando, tendo-se à vista apenas a...
... K) No entanto, a doutrina e jurisprudência ensinam que na comparação entre as marcas e para a formulação do juízo sobre a confundibilidade ou sobre o risco de associação entre as marcas relevam menos as dissemelhanças que ofereçam os diversos pormenores isoladamente do que a ... -
Acórdão nº 392/22.0YHLSB.L1-PICRS de Tribunal da Relação de Lisboa, 13-07-2023
Marcas conflituantes – Modificação da decisão de facto – Substituição ao Tribunal recorrido – Registo de má-fé – Imitação, usurpação e risco de confusão – Artigos 32.º, 33.º, 210º, 231.º, 232.º, 238.º, 259.º e 260.º do Código da Propriedade Industrial.
... 64. – O escrutínio da novidade relativa da marca da recorrida, posta em crise pela recorrente, pressupõe um duplo exame: o da confundibilidade entre o novo sinal e o sinal prioritário e o da identidade ou afinidade dos produtos a que se destinam. Para esse efeito o Tribunal começa pela ... -
Acórdão nº 220/23.0YHLSB.L1-PICRS de Tribunal da Relação de Lisboa, 10-04-2024
(elaborado pelo Relator): I. O direito das marcas não existe para proteger as marcas, mas sim para proteger da confusão o público consumidor e, simultaneamente, para garantir ao titular da marca o seu direito a que o público não seja confundido. II. A comparação entre sinais deve fazer-se através da “impressão de conjunto” e não por “dissecação de pormenores”. III. Marca notória é aquela que é...
... D) A discordância da Apelante começa no juízo de confundibilidade dos sinais, sendo bizarro referir doutrina e decidir de forma oposta ... E) A sentença apelada considerou que estavam reunidos os requisitos ... -
Acórdão nº 49/19.0YHLSB.L1-PICRS de Tribunal da Relação de Lisboa, 14-04-2020
I. No caso de uma «família» ou «série» de marcas, o risco de confusão resulta do facto de o consumidor se poder enganar quanto à proveniência ou à origem dos produtos ou dos serviços abrangidos pela marca cujo registo é pedido e considerar, erradamente, que esta faz parte dessa família ou série de marcas. II. Embora não se possa excluir totalmente que, em determinados casos, a coexistência de...
... registo – as marcas fracas – constituídas quase exclusivamente por elementos de uso comum ou vulgarizado, “o juízo sobre a confundibilidade deverá ser menos severo, já que a comparação com outras marcas deverá limitar-se à parte que seja original” ... Com relevo para o caso ... -
Acórdão Nº 354/25 de Tribunal Constitucional, 09-05-2025
... Não ... existe, pois, ao contrário do alegado, o risco de confundibilidade com ... denominações de coligações eleitorais já constituídas’ ... 3. Supervenientes à prolação do Acórdão recorrido, são ...
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Acórdão nº 170/21.4YHLSB.L1-PICRS de Tribunal da Relação de Lisboa, 24-02-2022
I. A classificação de uma marca como notória apela a um critério de avaliação quantitativo, enquanto que a classificação de uma marca como marca de prestígio apela preferencialmente a um critério de avaliação qualitativo. II. A notoriedade e o prestígio devem ser considerados na avaliação do grau de semelhança e possível confusão ou associação entre as marcas em confronto. III. Enquanto que o...
... Pedro Sousa e Silva entende que, “A abordagem correcta no exame da confundibilidade das marcas é aquela que- no respeito do princípio da interdependência- coloca, num dos “pratos da balança” os factores de semelhança dos ... -
Acórdão nº 129/15.0YHLSB.L1-PICRS de Tribunal da Relação de Lisboa, 21-04-2020
I. Existindo semelhança gráfica, figurativa e fonética do elemento verbal predominante que é comum às marcas, existe possibilidade de confusão/associação entre os produtos/serviços que as marcas de cada uma das partes se destinam a assinalar, se uma delas se destina a assinalar produtos de hotelaria e a outra assinala negócios imobiliários, onde se integra a oferta de apartamentos mobilados. II....
... registo – as marcas fracas – constituídas quase exclusivamente por elementos de uso comum ou vulgarizado, “o juízo sobre a confundibilidade deverá ser menos severo, já que a comparação com outras marcas deverá limitar-se à parte que seja original” ... Recentemente, no Acórdão ... -
Acórdão nº 124/21.0YHLSB.L1-PICRS de Tribunal da Relação de Lisboa, 27-04-2022
I.–Os consumidores recordam vocábulos de maneira pouco precisa e rigorosa e de forma sempre desfocada pela nebulosidade da memória, que se constrói sobre o trinómio «impressão», «repetição» e «associação»; II.–São a semântica e a aparência distinta o que possui a virtualidade de gerar a retenção na memória sempre associada à distinção; III.–Impõe-se a análise de conjunto, a ponderação da...
... O/A recorrente alegou, em síntese, que se verificam os pressupostos de confundibilidade entre a sua marca e a marca registanda, razão pela qual o Instituto Nacional da Propriedade Industrial não deveria ter concedido a referida marca ... -
Acórdão nº 472/19.0YHLSB.L2-PICRS de Tribunal da Relação de Lisboa, 20-05-2024
I. A marca registada considera-se imitada ou usurpada quando se preencham, cumulativamente, os pressupostos: a. prioridade; b. coincidência de objecto; e c. susceptibilidade de confusão, erro ou associação; II. que consumidor mais e melhor recorda são as palavras que constituem as marcas que compara; III. O elemento gráfico só convocará a sua atenção se for muito chamativo e dominar a impressão...
... P. Não existe incompatibilidade e confundibilidade entre as duas marcas VINDOURO FEIRA DA VINHA E DO VINHO DO DOURO e VinDuero VinDouro que se encontram protegidas ... Q. O evento organizado pelo ... -
Acórdão nº 16/23.9YHLSB.L1-PICRS de Tribunal da Relação de Lisboa, 08-01-2024
I. No âmbito do estabelecido nas alíneas que compõem o n.º 1 do art. 238.º do CPI, a marca registada considera-se imitada ou usurpada quando se preencham, cumulativamente, os pressupostos: a. Prioridade; b. Coincidência de objecto; e c. Susceptibilidade de confusão, erro ou associação; II. O que consumidor mais e melhor recorda são as palavras que constituem as marcas que compare; III. O elemento
... 2. Mas concluiu não existir imitação de marca, por considerar não preenchido o requisito cumulativo de imitação da confundibilidade, previsto na alínea c) do mesmo dispositivo legal ... 3. Impugnam-se os pontos 3 e 5 da decisão sobre matéria de facto, por atribuírem à ... -
Acórdão nº 1947/11.4TYLSB.L1-1 de Tribunal da Relação de Lisboa, 19-04-2016
I-O regime legal relativo a este instituto/marca tem em vista, prevenir e afastar o risco de confusão entre os consumidores. II-Daí ser o consumidor médio a aferir da similitude, ou não, entre dois ou mais produtos, seja em termos gráficos, figurativos ou fonéticos. III-In casu, está afastado o risco de confusão, desde logo, porque o “público alvo” é distinto como distintos são os serviços...
... A confundibilidade entre as marcas decompõe-se nos seguintes elementos: ... a)Existência de semelhança gráfica, figurativa, fonética ou outra entre as marcas; ...