confundibilidade
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Acórdão nº 49/22.2GBVIS.C1 de Tribunal da Relação de Coimbra, 08-11-2023
I – As declarações de arguido só ocorrem após a constituição do suspeito como tal e desde que sujeitas ao formalismo do respectivo interrogatório, pelo que a proibição de “conversas informais” só deve abranger afirmações posteriores à constituição de arguido. II – As declarações do agente do crime a um OPC antes de instaurado o respectivo inquérito e no decurso deste é meio de prova lícito, dada...
... “ Vista a dimensão da reconstituição do facto como meio de prova autonomamente adquirido para o processo, e a integração (ou confundibilidade) na concretização da reconstituição de todas as contribuições parcelares, incluindo do arguido, que permitiram, em concreto, os termos em que a ... -
Acórdão nº 210/11.5TBVVC.E1 de Tribunal da Relação de Évora, 04-12-2014
1 - A marca é um sinal distintivo de produtos ou serviços, visando individualizá-los no mercado, perante o consumidor e em relação aos demais, com o propósito de assegurar e potenciar a clientela, simultaneamente, protegendo o consumidor do risco de confusão ou associação com marcas concorrentes. 2 - O carácter distintivo de uma marca, deve ser aferido numa perspectiva de conjunto dos elementos...
... – são marcas perfeitamente válidas embora o regime de protecção seja mais ténue e especialmente no tocante ao juízo de confundibilidade ... É, na verdade, útil, sob o ponto de vista comercial, que a marca possa por si mesma, sugerir ou deixar adivinhar o objecto assinalado. Mas ... -
Acórdão nº 232/24.6YHLSB.L1-PICRS de Tribunal da Relação de Lisboa, 27-11-2024
(elaborado pelo Relator): - O registo da marca confere ao seu titular o direito de impedir terceiros de usar, no exercício de atividades económicas, qualquer sinal se esse sinal for idêntico à marca e for usado em relação a produtos ou serviços idênticos aos produtos ou serviços abrangidos pelo registo, tal como decorre do artigo 249.º do CPI; - O pedido de nulidade do registo da marca, efetuado...
... concorrência com a Requerente, sendo que é suscetível de lhe provocar prejuízos graves e irreparáveis, ao criar situações de confundibilidade junto dos seus clientes, fornecedores e parceiros, o que provoca prejuízos reputacionais e torna muito provável o desvio de clientela por meios ... -
Acórdão nº 454/21.1YHLSB.L1.S1 de Supremo Tribunal de Justiça, 27-04-2023
O critério relevante para determinar se há, ou não, o grau mínimo de semelhança necessário para a protecção de uma marca de prestígio da União Europeia deverá ser um critério normativo, consonante com os fins de protecção do regime jurídico aplicável.
... 24) O Tribunal recorrido laborou em erro quanto ao terceiro requisito do conceito de imitação de marcas– semelhanças e confundibilidade das marcas ... 25) Quer a jurisprudência do TJUE, como a jurisprudência do TG, têm afirmado consistentemente que a determinação do carácter ... -
Acórdão nº 625/19.0T8CSC.L1-6 de Tribunal da Relação de Lisboa, 09-02-2023
I – Estando já reconhecido por decisões judiciais transitadas em julgado, não pode ser novamente objecto de apreciação o direito de resposta da apelante, pois assim o impõe a autoridade do caso julgado material. II – Na jurisdição administrativa foi já decidido que inexiste fundamento válido para a recusa do direito de resposta por parte da apelada, pelo que não tem fundamento alegarem os...
... concluir que não assumiam, jurídica, formal e materialmente, o carácter do direito de resposta, atendendo a que se verifica uma confundibilidade entre o que se entende por resposta e o que se compreende por direito de rectificação, não se tendo em momento algum procurado reportar quaisquer ... -
Acórdão nº 364/12.3TVPRT.P1 de Tribunal da Relação do Porto, 25-10-2018
I – Não há concorrência desleal quando as peças de mobiliário exterior produzidas e comercializadas por uma empresa, embora revelando um conjunto de semelhanças que as integra num mesmo estilo de móveis produzidos por uma empresa concorrente, apresentam também algumas diferenças que lhes conferem individualidade, não sendo susceptíveis de serem confundidas pelo consumidor. II – O n.º 1 al. i) do...
... Revertendo ao caso em apreço, não se pode ignorar que, e aí estão as fotografias a evidenciá-lo, existe um certo grau de confundibilidade, entre o mobiliário de exterior fabricado pela Autora e o produzido pela Ré, para os produtos que competem no mercado, mas será que tal pode ser ... -
Acórdão nº 77/18.2T8RDD-A.E1 de Tribunal da Relação de Évora, 28-03-2019
O procedimento cautelar comum não pode ser usado para impossibilitar actos de execução de deliberações sociais quando o prazo para requerer a sua suspensão já decorreu. (Sumário do Relator)
... (…), S.A.” é composta pelo elemento “…” que consiste numa expressão de fantasia, não existindo qualquer identidade ou confundibilidade com o sobrenome do antigo sócio; ... b) O Requerente (…) não é sócio da Requerida desde 2002 (há mais de 16 anos!), nem exerce qualquer ... -
Acórdão nº 644/19.7T8STR.E1 de Tribunal da Relação de Évora, 14-07-2020
I. A causa de pedir e o pedido não assentam no reembolso da quantia titulada pela obrigação mas antes no incumprimento do dever de informação e nos danos daí advenientes. II. Os prejuízos em questão têm a sua génese no imperfeito cumprimento/incumprimento de um dever que emerge do contrato de intermediação financeira que foi celebrado entre o antecessor do Réu e A…, doador da obrigação. III. A...
... associados à falta de restituição do montante investido na obrigação “S…”, tal não determina qualquer sorte de confundibilidade ... -
Acórdão nº 292/11.0JAFAR.E1.S1 de Supremo Tribunal de Justiça, 12-12-2013
I - Admite recurso para o STJ o acórdão do Tribunal da Relação que absolveu o arguido da prática de todos os crimes pelos quais tinha sido condenado em 1.ª instância numa pena única de 9 anos de prisão, resultante das penas parcelares de 5 anos, de 3 anos e 6 meses, de 3 anos e 6 meses, de 1 ano e 6 meses e de 10 meses de prisão. II - No caso de apreciação pelo STJ duma decisão absolutória em...
... da reconstituição do facto como meio de prova autonomamente adquirido para o processo (artigo 150º do CPP), e a integração (ou confundibilidade ... -
Acórdão nº 262/19.0T8FVN.C1 de Tribunal da Relação de Coimbra, 21-01-2020
I - Os factos a considerar são apenas os provados, e que tenham ou possam ter relevância para a boa decisão da causa segundo as várias soluções plausíveis da questão de direito. II -Tem direito de resposta nos serviços de programas televisivos e nos serviços audiovisuais quem tiver sido objeto de referências, ainda que indiretas, que possam afectar a sua reputação ou bom nome – artº 65º nº1 da...
... », o facto de «o comandante dos H ( ... ) ter sido claramente identificado ( e ouvido) na reportagem e não suscitar qualquer confundibilidade com o requerente» poderá ao menos, contribui para demonstrar aquela autonomização/diferenciação e, assim, a desnecessidade da resposta, ... -
Acórdão Nº 394/19 de Tribunal Constitucional, 03-07-2019
... pois o direito à identidade pessoal inclui, não apenas o interesse na ... identificação pessoal (na não confundibilidade com os outros) e na constituição ... daquela identidade, como também, enquanto pressuposto para esta auto-definição, ... o direito ao ...
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Acórdão nº 3855/14.8TBMAI.P1 de Tribunal da Relação do Porto, 15-12-2016
A limitação decorrente da existência de um prévio registo provisório de aquisição apenas opera em face de posteriores direitos incompatíveis que assentem em título dispositivo proveniente do titular inscrito, não assegurando o futuro adquirente perante atos praticados por terceiros contra o titular do registo definitivo, nomeadamente de arresto ou de penhora, inscritos em momento posterior ao do...
... JJ) Assim, confundibilidade ou indiferenciação alguma existe entre os registos (e regimes) da promessa de alienação com eficácia real ou com efeitos meramente ... -
Acórdão nº 121/16.8YHLSB.L1-2 de Tribunal da Relação de Lisboa, 15-11-2018
I. Constitui arguição de falsidade da ata, a ser deduzida no prazo de 10 dias após se ter tomado conhecimento da mesma, a alegação de que na assentada do depoimento de parte não consta corretamente o que foi ditado pelo juiz que presidiu à audiência final e o que foi declarado pela parte. II. A exceção de preclusão por tolerância, literalmente prevista para as marcas no art.º 267.º do CPI, também
... a), 245.º e 266.º n.º 1 do CPI ... Na sua apelação a recorrente não questione as aludidas confundibilidade da sua marca com a firma da R., nem a prioridade do registo desta em relação àquela. Na apelação a A. reitera a invocação, que já fizera na ... -
Acórdão nº 1323/15.0T8VCT.G1 de Tribunal da Relação de Guimarães, 18-10-2018
I - O direito ao conhecimento da paternidade biológica, enquanto decorrência dos direitos de identidade pessoal e ao desenvolvimento da personalidade, assume a natureza de direito fundamental, plasmado no artigo 26º nº 1 da Constituição da República Portuguesa. II - O estabelecimento do prazo de 10 anos previsto no artigo 1817, nº 1), do Código Civil, na redacção que lhe foi dada pelo artigo 1º...
... n.º 424/2016, de 06-07, que “ o direito à identidade pessoal inclui não apenas o interesse na identificação pessoal (na não confundibilidade com os outros) e na constituição daquela identidade como também, enquanto pressuposto para esta autodefinição, o direito ao conhecimento das ... -
Acórdão nº 89/12.0YHLSB.L1-7 de Tribunal da Relação de Lisboa, 05-05-2015
I - O registo da marca confere ao seu titular o direito exclusivo de usar a marca nos produtos ou serviços a que se destina (conteúdo positivo) e o direito de impedir terceiros, sem o seu consentimento, de a usar em produtos ou serviços idênticos ou afins àqueles para os quais a marca foi registada, se desse uso resultar um risco de confusão, ou associação, no espírito do consumidor (conteúdo...
... Assim, os RR. ao divulgarem e comercializarem um produto, sob uma marca não registada, que apresenta, comprovadamente, confundibilidade fonética, e figurativa com marcas devidamente registadas pela A. viola estas marcas e pratica concorrência desleal ... Bem sabendo o 2° ... -
Acórdão nº 225/13.9YHLSB.L1.S1 de Supremo Tribunal de Justiça, 14-03-2019
I. A decisão de facto é da competência das instâncias, conquanto não seja uma regra absoluta, pelo que, o Supremo Tribunal de Justiça não pode, nem deve, interferir na decisão de facto, somente importando a respectiva intervenção, quando haja erro de direito. II. Ao Tribunal de recurso importa a reapreciação judicial de questões concretamente apreciadas, ponderadas e decididas no acórdão...
... 40 – “O modelo TUPOLY K da R. diferencia-se do modelo OM-TUBO no seu aspecto visual, a ponto de não gerar qualquer confundibilidade” ... 41 – A R. produz e comercializa luminárias “Tupoly” desde 2005; ... 42 – A R. produz e comercializa luminárias “S ... desde ... -
Acórdão nº 200/22.2T8MCN.P1 de Tribunal da Relação do Porto, 19-12-2023
I - É entendimento consensual da jurisprudência que o prazo de caducidade previsto no artigo 917 do CC é aplicável não apenas à ação de anulação, mas igualmente aos restantes meios de tutela jurídica reconhecidos ao comprador, isto é, o direito a exigir a reparação ou substituição da coisa defeituosa, bem como a redução do preço e a indemnização. II - O cumprimento defeituoso e a venda de coisa...
... AA - E isto é de tal forma claro (apesar da patente confundibilidade entre o instituto do cumprimento defeituoso e da compra e venda defeituosa), que foi a própria recorrente que em sede de Petição Inicial, recorreu ... -
Acórdão nº 3536/16.8T8VCT.G1 de Tribunal da Relação de Guimarães, 09-11-2017
I - O direito fundamental à identidade pessoal previsto no artigo 26º nº 1 da Constituição da República Portuguesa, onde se inclui o direito fundamental ao conhecimento e reconhecimento da verdade biológica da filiação, não é compatível com o estabelecimento de limites temporais à sua investigação. II - O estabelecimento do prazo de 10 anos previsto no artigo 1817, nº 1), do Código Civil, na...
... Constitucional nº 23/2006 que “o direito à identidade pessoal inclui não apenas o interesse na identificação pessoal (na não confundibilidade com os outros) e na constituição daquela identidade como também, enquanto pressuposto para esta autodefinição, o direito ao conhecimento das ... -
Acórdão nº 153/17.9YHLSB.L1-1 de Tribunal da Relação de Lisboa, 12-03-2019
I. Nos recursos das suas decisões o INPI é parte interessada, devendo ser-lhe dada a oportunidade de tomar posição; II. Por isso, no recurso de apelação deve ser notificado das respectivas alegações de recurso; III. Quando o nº 5 do art.º 44º do CPI dispõe que o INPI não é considerado ‘parte contrária’ está apenas a referir-se ao conceito de ‘parte contrária’ constante do nº 1 do mesmo artigo -...
... , o qual, não obstante a reclamação deduzida pela Apelante (enquanto titular de diversas marcas comunitárias) com fundamento na confundibilidade dos sinais e possibilidade de ocorrência de concorrência desleal, lhe veio a ser concedido por despacho (por subdelegação de competência) da ... -
Acórdão nº 364/19.2YHLSB.L1-PICRS de Tribunal da Relação de Lisboa, 14-07-2020
Na ponderação da existência de imitação entre marcas, deve-se realizar uma análise de dupla vertente que pondere e analise, em primeira linha, os elementos integrantes das marcas em comparação e que, a jusante, em segunda linha, tudo reconstitua com vista a atingir a visão de conjunto, menos rigorosa, menos detalhista, ligeira, não preparada previamente, assente na memória de um dos termos da...
... , a qual é rejeitada pela doutrina e jurisprudência que se debruçam sobre os critérios para a aferição da 36 de 525 28 confundibilidade entre sinais distintivos, e a uma inusitada comparação figurativa, fonética e conceptual, num exercício redutor que inquinou o sentido da ... -
Acórdão nº 18331/16.6T8LSB.L1.S1 de Supremo Tribunal de Justiça, 05-06-2018
I - A formulação de presunções judiciais com recurso aos factos provados insere-se nos poderes da Relação no domínio da matéria de facto (art. 607., n.º 4 e art. 662.º, ambos do CPC e arts. 349.º e 351.º, ambos do CC), sendo que, não se mostrando violado qualquer preceito legal imperativo e não sendo o raciocínio a elas subjacente manifestamente ilógico, nada há a censurar. II - Tendo a Relação...
... e no banco, omitiram informação fundamental relativa às características do produto em venda e induziram mesmo em erro, gerando confundibilidade -actuando de acordo com as indicações que eram fornecidas aos trabalhadores do banco pela sua hierarquia - facto provado 10, na identidade da ... -
Acórdão nº 137/22.5YHLSB.L1-PICRS de Tribunal da Relação de Lisboa, 10-05-2023
I. No exercício de comparação das marcas, devemos atender ao elemento dominante de cada marca, ao seu núcleo essencial, desvalorizando os pormenores, interessando sobretudo considerar aquilo que o consumidor (médio) retém de cada marca quando não a tem à sua frente, ou seja, a reminiscência que ficou na sua memória e que permite reconhecer o sinal quando o voltar a encontrar. II. Não existindo...
... 238º do CPI, sendo proibida a reprodução ou imitação, total ou parcial, da marca anteriormente registada e constituindo a confundibilidade fundamento ou motivo (relativo) de recusa do registo (art. 232º/1 b) do CPI) ... Como estatui o citado art. 238º/1 do CPI, constituem requisitos ... -
Acórdão nº 1878/19.0T8VIS-E.C1 de Tribunal da Relação de Coimbra, 01-02-2022
I – Para efeitos da alínea a) do n.º 2 do artigo 266 do C.P.C., o pedido do réu emerge do facto jurídico que serve de fundamento à acção quando se funda no mesmo facto jurídico que serve de fundamento a esta; e emerge do facto jurídico que serve de fundamento à defesa quando os factos invocados produzam efeito útil defensivo. II - Não se verifica esta conexão quando a causa de pedir da acção se...
... e de, no fundo, a sua alegação se basear apenas numa invocada desconsideração da personalidade jurídica da sociedade A., na confundibilidade entre a R. reconvinte e sociedades terceiras que não estão demandadas nos autos e neles são não parte e, na total desconsideração do disposto ... -
Acórdão nº 7843/10.5TAVNG.P1 de Tribunal da Relação do Porto, 19-11-2014
I – O recebimento por parte do sócio gerente da sociedade que recebe dinheiro que a esta pertence e não o deposita na conta da sociedade, mas o movimenta através de contas pessoais indicia fortemente a apropriação ilegítima desse valor. II – Numa visão de conjunto de todos os factos revela intenção apropriativa ilegítima e uso em proveito próprio do dinheiro da sociedade, se o deposita em contas...
... que se afastam manifestamente do domínio ainda próximo das disfunções de cumprimento e mora, e revelam, claramente, que a confundibilidade patrimonial e a utilização de quantias monetárias ocorrem com a plena e determinada intenção de não restituir ... No cerne do crime p. e p ... -
Acórdão nº 5792/15.0T8ALM.L1-6 de Tribunal da Relação de Lisboa, 19-04-2018
I– A escritura de justificação notarial para efeitos de registo, hoje disciplinada nos artigos 89.º a 101.º do Código do Notariado, é um título de natureza excepcional, permitindo-se assim por este meio: obter a primeira inscrição, ou seja, estabelecer o trato sucessivo, estando em causa prédios omissos ou descritos conquanto, neste caso, sem inscrição de aquisição ou equivalente; reatar ou...
... ” ... Reportando-nos ao primeiro fundamento de recurso, a confundibilidade que os recorrentes pretendem introduzir, entre o ressarcimento das custas de parte e a indemnização por litigância de má fé (que para além das ...